poemas brutos
26 setembro 2013
Noites demasiado longas
Dias demasiado curtos
acumulam-se
debaixo dos olhos
como o peso de um mundo.
Revolvemos o chão.
Andamos.
Carregamos estes pesos.
Transformamo-nos.
Procuramos iluminações.
Um momento de paz.
Equilíbrio.
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