poemas brutos
23 abril 2013
No fundo do mundo
o mundo sabe-me a lixo. sou o lixo
no fundo do mundo à roda, pedaço
de terra e mar. sei que amanhã
acordarei confuso, sem saber
quem sou ou onde estou ou porquê.
afinal de contas
há perguntas muito mais importantes.
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